Edilson Silva (Edilson Francisco da Silva) disputou 8 eleições entre 2006 e 2020, para vereador, deputado estadual, prefeito e governador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2014. A maior votação foi em 2010, para governador por PE: 37.257 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Recife/PE, declarou R$ 71 mil em receitas: R$ 18 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil do Fundo Partidário, R$ 44 mil de outros recursos do partido e R$ 5 mil de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 47 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 19 mil), pessoal (R$ 19 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 186 mil em 2018 e R$ 196 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
1.610 votos em 2020 · 8 eleições
A votação de Edilson Francisco da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 71 mil em receitas · R$ 47 mil em gastos
Edilson Silva declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: governador por Pernambuco em 2006 e 2010, prefeito em Recife (PE) em 2008 e 2016, vereador em Recife (PE) em 2012 e 2020, e deputado estadual por Pernambuco em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 71 mil em receitas: R$ 18 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil do Fundo Partidário, R$ 44 mil de outros recursos do partido e R$ 5 mil de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 47 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 19 mil) e pessoal (R$ 19 mil). Em 2018, R$ 186 mil em gastos; em 2016, R$ 196 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 71 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 47 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 186 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 8% · pessoas 82% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 4 mil39,9%
Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil11,6%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil10,7%
Locação de imóveisR$ 9009,6%
Outras 6 categoriasinclui R$ 766 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil28,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2020SUPLENTE1.610LRecife, Pernambuco · 52 anos · Preta · Superior incompleto · PC do B · nº 65000 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Estadual · 2018SUPLENTE14.056GPE · 50 anos · Preta · Superior incompleto · Deputado · PSOL · nº 50000 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.