Eduardo Bordin

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Eduardo Bordin
3 eleições entre 2016 e 2024 · PP
43 anos em 2024 · Masculino · Ensino médio completo
Agricultor
redes informadas ao TSE
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Dudu (Eduardo Bordin) disputou 3 eleições entre 2016 e 2024, para vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Erval Velho em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2016, para vereador em Erval Velho/SC: 320 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Erval Velho/SC, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 300 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 4 mil), serviços advocatícios (R$ 3 mil) e serviços de terceiros (R$ 3 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 43% com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos.

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Evolução da votação nas eleições

191 votos em 2020 (eleito) · 3 eleições

A votação de Eduardo Bordin em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 10 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos

Dudu declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Erval Velho (SC) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 300 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 4 mil) e serviços advocatícios (R$ 3 mil). Em 2016, 43% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos.

Receitas em 2020R$ 10 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 10 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Erval Velho (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
sem doações de pessoas
FEFC 97% · partido e outras campanhas 3%
Gasto contratado
R$ 10 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil25,1%
  • Outras 3 categoriasR$ 7 mil74,9%
2016Vereador, Erval Velho (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 13% · próprios 86%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 30013,0%
  • Materiais impressosR$ 150,6%
  • Outras 4 categoriasR$ 2 mil86,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Eduardo Bordin (Dudu): candidaturas e votos · Radar do Voto