Dr. Castelo

Foto de Francisco Pereira Castelo
Dr. Castelo
Francisco Pereira Castelo (nome civil)
5 eleições entre 2008 e 2016 · PCB
65 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Veterinário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr. Castelo (Francisco Pereira Castelo) disputou 5 eleições entre 2008 e 2016, para vereador, vice-governador, senador e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para senador por AM: 3.961 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Manaus/AM, declarou R$ 261 em receitas, do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 261, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 114) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 93). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5 mil em 2012 (66% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 9 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

40 votos em 2016 · 5 eleições

A votação de Francisco Pereira Castelo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

SenadorVereadorGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 261 em receitas · R$ 261 em gastos contratados

Dr. Castelo declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: senador por Amazonas em 2010, e vereador em Manaus (AM) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 261 em receitas, do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 261, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 114) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 93). Em 2012, 66% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2010, R$ 9 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 261campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 261contratados
Gastos em 2012R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32010, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Manaus (AM)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 261
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 100%
Gasto contratado
R$ 261
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 11443,7%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 9335,7%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 54 lançados como "diversas a especificar"R$ 5420,6%
2012Vereador, Manaus (AM)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
empresas 64% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4 mil65,7%
  • Materiais impressosR$ 2 mil34,3%
2010Senador, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
sem doações de pessoas
empresas 35% · próprios 65%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil24,5%
  • Materiais impressosR$ 2 mil19,1%
  • Serviços de terceirosR$ 8239,4%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 5916,7%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 105 lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil40,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892