Haroldo Rocha (Haroldo Correa Rocha) disputou 2 eleições entre 2012 e 2014, para deputado estadual e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputado estadual por ES, declarou R$ 310 mil em receitas: R$ 159 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 139 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 309 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 119 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 91 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 26 mil).
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Evolução da votação nas eleições
8.550 votos em 2014 · 2 eleições
A votação de Haroldo Correa Rocha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 310 mil em receitas · R$ 309 mil em gastos contratados
Haroldo Rocha declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Espírito Santo em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 310 mil em receitas: R$ 159 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 139 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 309 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 119 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 91 mil).
partido e outras campanhas 51% · pessoas 4% · empresas 45%
Gasto contratado
R$ 309 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Militância e mobilização de ruaR$ 119 mil38,4%
Materiais impressosR$ 91 mil29,4%
Locação/cessão de bens móveisR$ 26 mil8,4%
Publicidade por jornais e revistasR$ 21 mil6,7%
Outras 9 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 53 mil17,0%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Estadual · 2014SUPLENTE8.550GES · 58 anos · Branca · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PMDB · nº 15001 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.