Mauri Lenhardt disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Piratuba em 2012. Na campanha de 2016 para prefeito em Piratuba/SC, declarou R$ 37 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 37 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 16 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 6 mil) e serviços de terceiros (R$ 5 mil).
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Evolução da votação nas eleições
2.184 votos em 2016 · 2 eleições
A votação de Mauri Lenhardt em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 37 mil em receitas · R$ 37 mil em gastos contratados
Mauri Lenhardt declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Piratuba (SC) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 37 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 37 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 16 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 6 mil).
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 6 mil15,0%
Serviços de terceirosR$ 5 mil12,9%
Materiais impressosR$ 3 mil9,2%
Outras 9 categoriasinclui R$ 420 lançados como "diversas a especificar"R$ 8 mil20,7%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.