Dr Borgéu

Foto de Edmilson Castro de Oliveira
Dr Borgéu
Edmilson Castro de Oliveira (nome civil)
7 eleições entre 1996 e 2024 · último partido REDE
68 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr Borgéu (Edmilson Castro de Oliveira) disputou 7 eleições entre 1996 e 2024, para vice-prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Riachão do Jacuípe em 2004; vereador de Riachão do Jacuípe em 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por BA: 3.246 votos. Na campanha de 2006 para deputado estadual por BA, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 357 de outras campanhas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil), pessoal (R$ 600) e publicidade por carros de som (R$ 200).

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

3.246 votos em 2006 · 7 eleições

A votação de Edmilson Castro de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2006: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Dr Borgéu declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Bahia em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 357 de outras campanhas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e pessoal (R$ 600).

Receitas em 2006R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2006R$ 3 milcontratados
Campanhas12006

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2006Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 14% · próprios 86%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil38,4%
  • PessoalR$ 60023,0%
  • Publicidade por carros de somR$ 2007,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1003,8%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 235 lançados como "diversas a especificar"R$ 70627,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1996 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892