- Serviços de terceirosR$ 44031,5%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 20014,3%
- Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 1007,2%
- Materiais impressosR$ 906,4%
- Outras 3 categoriasR$ 56840,6%
Nicodemos (Nicodemos Calixto de Souza) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Juruena/MT, com 29 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Juruena/MT, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 100 de outras campanhas, R$ 540 de doações privadas e R$ 758 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 500), serviços de terceiros (R$ 440) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 200).
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Nicodemos declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Juruena (MT) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 100 de outras campanhas, R$ 540 de doações privadas e R$ 758 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 500) e serviços de terceiros (R$ 440).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.