6 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PRTB
52 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Comerciante
redes informadas ao TSE
Vado (José Ivaldo Gomes) disputou 6 eleições entre 2000 e 2020, para vice-prefeito, prefeito, deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Cabo em 2012; vice-prefeito de Cabo em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Cabo/PE: 63.336 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Cabo/PE, declarou R$ 736 mil em receitas: R$ 66 mil de outras campanhas, R$ 378 mil de doações privadas (112 doadores) e R$ 292 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 497 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 112 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 93 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 43 mil).
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Evolução da votação nas eleições
63.336 votos em 2012 (eleito) · 6 eleições
A votação de Jose Ivaldo Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 736 mil em receitas · R$ 497 mil em gastos contratados
Vado declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Cabo (PE) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 736 mil em receitas: R$ 66 mil de outras campanhas, R$ 378 mil de doações privadas (112 doadores) e R$ 292 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 497 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 112 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 93 mil).
partido e outras campanhas 9% · pessoas 51% · empresas 40%
Gasto contratado
R$ 497 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 112 mil22,6%
Materiais impressosR$ 93 mil18,7%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 43 mil8,6%
Combustíveis e lubrificantesR$ 40 mil8,0%
Outras 14 categoriasinclui R$ 132 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 209 mil42,1%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vice-Prefeito · 2020—LCabo, Pernambuco · 52 anos · Parda · Ensino médio completo · Comerciante · PRTB · nº 15 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleição
Vereador · 2000SUPLENTE603LCabo, Pernambuco · 32 anos · Ensino médio incompleto · PMDB · nº 15615 · ver resultado completo
Coligação: PMDB / PRTB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.