Peregrino (Fernando Otavio de Freitas Peregrino) disputou 4 eleições entre 2002 e 2014, para deputado federal, vereador e governador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para governador por RJ: 853.220 votos. Na campanha de 2014 para deputado federal por RJ, declarou R$ 203 mil em receitas: R$ 130 mil do Fundo Partidário, R$ 58 mil de doações privadas (50 doadores) e R$ 15 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 203 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 78 mil), serviços de terceiros (R$ 52 mil) e pessoal (R$ 32 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 49 mil em 2012 e R$ 3,3 milhões em 2010.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
13.160 votos em 2014 · 4 eleições
A votação de Fernando Otavio de Freitas Peregrino em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2014: R$ 203 mil em receitas · R$ 203 mil em gastos contratados
Peregrino declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: governador por Rio de Janeiro em 2010, vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2012, e deputado federal por Rio de Janeiro em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 203 mil em receitas: R$ 130 mil do Fundo Partidário, R$ 58 mil de doações privadas (50 doadores) e R$ 15 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 203 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 78 mil) e serviços de terceiros (R$ 52 mil). Em 2012, R$ 49 mil em gastos contratados; em 2010, 44% dos R$ 3,3 milhões em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2014R$ 203 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 203 milcontratados
Gastos em 2012R$ 49 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 99% · pessoas menos de 1% · empresas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 3,3 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 1,5 milhão44,4%
Combustíveis e lubrificantesR$ 1,2 milhão36,4%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 269 mil8,1%
Serviços de terceirosR$ 68 mil2,0%
Outras 8 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 298 mil9,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2012SUPLENTE6.079LRio de Janeiro, Rio de Janeiro · 62 anos · Superior completo · Engenheiro · PR · nº 22345 · ver resultado completoprestação de contas
Governador · 2010NÃO ELEITO853.220GRJ · 60 anos · Superior completo · Engenheiro · PR · nº 22 · ver resultado completo
Deputado Federal · 2002SUPLENTE8.362GRJ · 52 anos · Superior completo · Engenheiro · PSB · nº 4080 · ver resultado completo
Coligação: PSB / PPB / PST / PTC
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.