Barbosa

Foto de Osvaldo da Silva Barbosa
Barbosa
Osvaldo da Silva Barbosa (nome civil)
4 eleições entre 1998 e 2016 · último partido PMDB
75 anos em 2016 · Masculino · Lê e escreve
Comerciante

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Barbosa (Osvaldo da Silva Barbosa) disputou 4 eleições entre 1998 e 2016, para vereador, deputado estadual e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por PA: 4.236 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Afuá/PA, declarou R$ 1 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com locação de imóveis (R$ 1 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 200). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 16 mil.

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Evolução da votação nas eleições

351 votos em 2016 (anulados) · 4 eleições

A votação de Osvaldo da Silva Barbosa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 1 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos contratados

Barbosa declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2006, e vereador em Afuá (PA) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com locação de imóveis (R$ 1 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 200). Em 2006, R$ 16 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados
Gastos em 2006R$ 16 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Afuá (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Locação de imóveisR$ 1 mil83,3%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 20016,7%
2006Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 59% · empresas 2% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil6,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2801,8%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 470,3%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 14 mil91,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892