Duda

Foto de Carlos Eduardo de Almeida
Duda
Carlos Eduardo de Almeida (nome civil)
3 eleições entre 2008 e 2016 · último partido PC do B
37 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio incompleto
Comerciante

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Duda (Carlos Eduardo de Almeida) disputou 3 eleições entre 2008 e 2016, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em Contagem/MG: 3.455 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Contagem/MG, declarou R$ 126 mil em receitas, de doações privadas (78 doadores). Os gastos contratados somam R$ 126 mil, principalmente com pessoal (R$ 62 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 15 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 8 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2014 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 17 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

3.455 votos em 2016 (anulados) · 3 eleições

A votação de Carlos Eduardo de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 126 mil em receitas · R$ 126 mil em gastos contratados

Duda declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Contagem (MG) em 2008 e 2016, e deputado estadual por Minas Gerais em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 126 mil em receitas, de doações privadas (78 doadores). Os gastos contratados somam R$ 126 mil, principalmente com pessoal (R$ 62 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 15 mil). Em 2014, 100% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 17 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 126 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 126 milcontratados
Gastos em 2014R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Contagem (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 126 mil
78 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 126 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 62 mil49,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 15 mil12,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 8 mil6,4%
  • Materiais impressosR$ 8 mil6,3%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 32 mil25,7%
2014Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil100,0%
2008Vereador, Contagem (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
68 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 27% · pessoas 65% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 17 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil37,8%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 970,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 10 mil61,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892