Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Edival Góes (Edival Antônio de Goes) disputou 2 eleições entre 2002 e 2016, para vereador e 2º suplente senador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Aracaju/SE, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 17 mil de doações privadas (18 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil), publicidade por carros de som (R$ 5 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil).
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Evolução da votação nas eleições
1.083 votos em 2016 · 2 eleições
A votação de Edival Antonio de Goes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 23 mil em receitas · R$ 23 mil em gastos contratados
Edival Góes declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Aracaju (SE) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 17 mil de doações privadas (18 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e publicidade por carros de som (R$ 5 mil).
partido e outras campanhas 24% · pessoas 72% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 23 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 9 mil37,5%
Publicidade por carros de somR$ 5 mil21,7%
Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil13,0%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil9,1%
Outras 5 categoriasinclui R$ 500 lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil18,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
2º Suplente Senador · 2002NÃO ELEITO192.505GSE · 49 anos · Ensino médio completo · Servidor Publico Federal · PC do B · nº 333 · suplente de senador não recebe voto nominal · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.