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Molina

Foto de Ricardo Molina Dias
Molina
Ricardo Molina Dias (nome civil)
4 eleições entre 2018 e 2026 · último partido REPUBLICANOS
49 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Diretor de Empresas
Candidato a Deputado Estadual · São Paulo · Eleições 2026 · REPUBLICANOS · nº 10999
redes informadas ao TSE

Molina (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado estadual por São Paulo em 2026, com 41.991 votos, pelo resultado oficial do TSE. Molina (Ricardo Molina Dias) disputou 4 eleições entre 2018 e 2026, para deputado estadual, vice-prefeito e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por SP: 52.214 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SP, declarou R$ 624 mil em receitas: R$ 250 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 304 mil do Fundo Partidário, R$ 17 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 53 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 584 mil, principalmente com pessoal (R$ 198 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 170 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 103 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 855 mil em 2022 e R$ 1,9 milhão em 2018.

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Evolução da votação nas eleições

41.991 votos em 2026 · 4 eleições

A votação de Ricardo Molina Dias em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 624 mil em receitas · R$ 584 mil em gastos contratados

Molina declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2018, e deputado estadual por São Paulo em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 624 mil em receitas: R$ 250 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 304 mil do Fundo Partidário, R$ 17 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 53 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 584 mil, principalmente com pessoal (R$ 198 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 170 mil); R$ 568 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 855 mil em gastos; em 2018, R$ 1,9 milhão em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.

Receitas em 2026R$ 624 milparcial, até 14/10/2026
Gastos em 2026R$ 584 milcontratados, parcial; R$ 568 mil pagos
Gastos em 2022R$ 855 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32018, 2022 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 624 mil
5 doadores pessoas físicas
FEFC 40% · Fundo Partidário 49% · pessoas 3% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 584 mil
pago até agora: R$ 568 mil (97%)
  • PessoalR$ 198 mil33,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 170 mil29,1%
  • Materiais impressosR$ 103 mil17,7%
  • Serviços de terceirosR$ 51 mil8,7%
  • Outras 8 categoriasR$ 62 mil10,6%
2022Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 913 mil
38 doadores pessoas físicas
FEFC 5% · Fundo Partidário 5% · partido e outras campanhas 60% · pessoas 16% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 855 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 230 mil26,9%
  • PessoalR$ 175 mil20,5%
  • Materiais impressosR$ 97 mil11,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 58 mil6,7%
  • Outras 14 categoriasR$ 295 mil34,5%
2018Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 milhões
28 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 8% · pessoas 4% · próprios 88%
Gasto contratado
R$ 1,9 milhão
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 645 mil33,2%
  • Materiais impressosR$ 603 mil31,0%
  • Serviços de terceirosR$ 144 mil7,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 100 mil5,2%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 9 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 451 mil23,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.