Marcolino Borges

Foto de Antonio Borges de Oliveira
Marcolino Borges
Antonio Borges de Oliveira (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2016 · PR
68 anos em 2016 · Masculino · Lê e escreve
Locutor e Comentarista de Rádio e Televisão e Radialista

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcolino Borges (Antonio Borges de Oliveira) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Choró/CE, declarou R$ 200 em receitas, de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 200, principalmente com encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 100) e serviços de terceiros (R$ 100).

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Financiamento das campanhas

2016: R$ 200 em receitas · R$ 200 em gastos contratados

Marcolino Borges declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Choró (CE) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 200 em receitas, de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 200, principalmente com encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 100) e serviços de terceiros (R$ 100).

Receitas em 2016R$ 200campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 200contratados
Campanhas12016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2016Vereador, Choró (CE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 200
3 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 200
o TSE não publica o pago deste ano
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 10050,0%
  • Serviços de terceirosR$ 10050,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892