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Gilson de Oliveira

Foto de Gilson de Oliveira
Gilson de Oliveira
8 eleições entre 2004 e 2024 · último partido MDB
56 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Jornalista e Redator
redes informadas ao TSE

Gilson de Oliveira disputou 8 eleições entre 2004 e 2024, para vereador, vice-prefeito e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: vice-prefeito de Sinop em 2016; vereador de Sinop em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MT: 13.803 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Sinop/MT, declarou R$ 78 mil em receitas: R$ 72 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outros recursos do partido e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 76 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 30 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 12 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 64 mil em 2020 e R$ 227 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

986 votos em 2024 · 8 eleições

A votação de Gilson de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 78 mil em receitas · R$ 76 mil em gastos

Gilson de Oliveira declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso em 2006 e 2010, e vereador em Sinop (MT) em 2008, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 78 mil em receitas: R$ 72 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outros recursos do partido e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 76 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 30 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 12 mil). Em 2020, R$ 64 mil em gastos; em 2010, R$ 227 mil em gastos contratados.

Receitas em 2024R$ 78 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 76 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 64 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2006 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Sinop (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 78 mil
sem doações de pessoas
FEFC 93% · partido 1% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 76 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 30 mil39,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 12 mil15,7%
  • Materiais impressosR$ 11 mil14,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil6,6%
  • Outras 10 categoriasR$ 19 mil24,5%
2020Vereador, Sinop (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 73 mil
20 doadores pessoas físicas
FEFC 5% · pessoas 79% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 64 mil
tudo pago (100%)
  • Cessão ou locação de veículosR$ 15 mil24,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 14 mil22,0%
  • PessoalR$ 12 mil19,3%
  • Materiais impressosR$ 8 mil12,1%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 994 lançados como "diversas a especificar"R$ 15 mil22,7%
2010Deputado estadual, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 227 mil
29 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 92% · empresas 7%
Gasto contratado
R$ 227 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 49 mil21,7%
  • Materiais impressosR$ 43 mil18,8%
  • Publicidade por carros de somR$ 29 mil12,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 24 mil10,6%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 28 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 82 mil36,1%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Vereador, Sinop (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 83 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 90% · empresas 8%
Gasto contratado
R$ 83 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 35 mil42,5%
  • Materiais impressosR$ 16 mil19,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil12,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil6,3%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 64 lançados como "diversas a especificar"R$ 17 mil20,1%
2006Deputado estadual, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 151 mil
18 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 11% · pessoas 81% · empresas 8%
Gasto contratado
R$ 151 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 54 mil35,7%
  • Materiais impressosR$ 23 mil15,2%
  • Encargos sociaisR$ 19 mil12,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 9 mil5,7%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 46 mil30,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.