Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Vava Paulino (Genival Paulino de Sousa) disputou 4 eleições entre 2000 e 2012, para vice-prefeito e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Sumé/PB: 3.715 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Sumé/PB, declarou R$ 32 mil em receitas: R$ 618 de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas (11 doadores), R$ 2 mil de empresas e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil), publicidade por carros de som (R$ 5 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2 mil).
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Evolução da votação nas eleições
2.715 votos em 2008 · 4 eleições
A votação de Genival Paulino de Sousa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 32 mil em receitas · R$ 32 mil em gastos contratados
Vava Paulino declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Sumé (PB) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 32 mil em receitas: R$ 618 de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas (11 doadores), R$ 2 mil de empresas e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil) e publicidade por carros de som (R$ 5 mil).
partido e outras campanhas 2% · pessoas 38% · empresas 5% · próprios 55%
Gasto contratado
R$ 32 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 15 mil46,9%
Publicidade por carros de somR$ 5 mil15,8%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil6,3%
Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil3,8%
Outras 4 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil27,2%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2000—LSumé, Paraíba · 53 anos · Superior completo · Servidor Publico Estadual · PDT · nº 121 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
Coligação: PDT / PFL
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.