Paulo Roberto Nogueira

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Paulo Roberto Nogueira
3 eleições entre 1996 e 2018 · último partido PPS
53 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Estadual
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Delegado Paulo Nogueira (Paulo Roberto Nogueira) disputou 3 eleições entre 1996 e 2018, para deputado federal, vereador e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por PI: 2.476 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por PI, declarou R$ 29 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 7 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 1 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 490, 100% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

2.476 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Paulo Roberto Nogueira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoVereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 29 mil em receitas · R$ 13 mil em gastos

Delegado Paulo Nogueira declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Corrente (PI) em 2012, e deputado federal por Piauí em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 29 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 7 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Em 2012, 100% dos R$ 490 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 29 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 13 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 490contratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 29 mil
sem doações de pessoas
FEFC 34% · próprios 66%
Gasto contratado
R$ 13 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil49,7%
  • Materiais impressosR$ 3 mil23,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2001,5%
  • Outras 5 categoriasR$ 3 mil25,4%
2012Vereador, Corrente (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 50% · próprios 50%
Gasto contratado
R$ 490
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 490100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Paulo Roberto Nogueira (Delegado Paulo Nogueira): candidaturas e votos · Radar do Voto