- Materiais impressosR$ 285 mil74,7%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 25 mil6,5%
- Locação/cessão de bens móveisR$ 20 mil5,2%
- Serviços de terceirosR$ 10 mil2,5%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 26 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 42 mil11,1%
Virginia Velloso (Virginia Maria Peixoto Velloso Borges) disputou 3 eleições entre 2004 e 2012, para prefeita. Ela foi eleita 2 vezes: prefeita de Pilar em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2008, para prefeita em Pilar/PB: 4.252 votos. Na campanha de 2012 para prefeita em Pilar/PB, declarou R$ 448 mil em receitas, de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 382 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 285 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 25 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 20 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 72 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Virginia Maria Peixoto Velloso Borges em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Virginia Velloso declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeita em Pilar (PB) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 448 mil em receitas, de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 382 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 285 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 25 mil). Em 2008, R$ 72 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.