Guilherme Coelho (Guilherme Cruz de Souza Coelho) disputou 6 eleições entre 1994 e 2022, para senador, 1º suplente, deputado federal, vice-prefeito, prefeito e vice-governador. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Petrolina em 2012; prefeito de Petrolina em 1996. A maior votação foi em 2022, para senador por PE: 187.364 votos. Na campanha de 2022 para senador por PE, declarou R$ 3,4 milhões em receitas: R$ 2,9 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 46 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 416 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,3 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 798 mil), militância e mobilização de rua (R$ 597 mil) e serviços de terceiros (R$ 536 mil). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 319 mil.
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Evolução da votação nas eleições
187.364 votos em 2022 · 6 eleições
A votação de Guilherme Cruz de Souza Coelho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
GovernadorPrefeitoDep. FederalSenadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 3,4 milhões em receitas · R$ 3,3 milhões em gastos contratados
Guilherme Coelho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Pernambuco em 2014, e senador por Pernambuco em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 3,4 milhões em receitas: R$ 2,9 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 46 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 416 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,3 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 798 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 597 mil). Em 2014, R$ 319 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 3,4 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 3,3 milhõescontratados
Gastos em 2014R$ 319 milcontratados, campanha encerrada
Outras 12 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 60 mil18,8%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 1996ELEITO39.601LPetrolina, Pernambuco · 34 anos · Superior completo · Agronomo · PFL · nº 25 · ver resultado completo
Vice-Governador · 1994NÃO ELEITO759.786GPE · 32 anos · Superior completo · Agronomo · PFL · nº 255 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.