Evaldo Cunha

Foto de Evaldo Oliveira da Cunha
Evaldo Cunha
Evaldo Oliveira da Cunha (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PT
39 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Prefeito

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Evaldo Cunha (Evaldo Oliveira da Cunha) disputou 4 eleições entre 2000 e 2016, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Ipixuna do Pará em 2008 e 2004; vereador de Ipixuna do Pará em 2000. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Ipixuna do Pará/PA: 6.113 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Ipixuna do Pará/PA, declarou R$ 45 mil em receitas, de doações privadas (35 doadores). Os gastos contratados somam R$ 45 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 12 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 10 mil) e comícios (R$ 5 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 60 mil, 52% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

6.113 votos em 2008 (eleito) · 4 eleições

A votação de Evaldo Oliveira da Cunha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 45 mil em receitas · R$ 45 mil em gastos contratados

Evaldo Cunha declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Ipixuna do Pará (PA) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 45 mil em receitas, de doações privadas (35 doadores). Os gastos contratados somam R$ 45 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 12 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 10 mil). Em 2008, 52% dos R$ 60 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 45 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 45 milcontratados
Gastos em 2008R$ 60 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Ipixuna do Pará (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 45 mil
35 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 45 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 12 mil26,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil22,4%
  • ComíciosR$ 5 mil12,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil10,1%
  • Outras 7 categoriasR$ 13 mil29,0%
2008Prefeito, Ipixuna do Pará (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 60 mil
9 doadores pessoas físicas
pessoas 23% · empresas 64% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 60 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 31 mil52,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil8,3%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 2130,4%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 22 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 23 mil38,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892