Claudio Almeida

Foto de Claudiomar Dias de Almeida
Claudio Almeida
Claudiomar Dias de Almeida (nome civil)
10 eleições entre 1998 e 2018 · último partido PTC
51 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Claudio Almeida (Claudiomar Dias de Almeida) disputou 10 eleições entre 1998 e 2018, para deputado federal, vereador, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 1998. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por PA: 14.759 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por PA, declarou R$ 81 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 60 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 79 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 39 mil), militância e mobilização de rua (R$ 28 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 11 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 15 mil em 2016 (43% com serviços de terceiros) e R$ 12 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

5.436 votos em 2018 · 10 eleições

A votação de Claudiomar Dias de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoDep. FederalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 81 mil em receitas · R$ 79 mil em gastos

Claudio Almeida declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Parauapebas (PA) em 2008, deputado estadual por Pará em 2010 e 2014, vereador em Parauapebas (PA) em 2016, e deputado federal por Pará em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 81 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 60 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 79 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 39 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 28 mil). Em 2016, 43% dos R$ 15 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2014, 49% dos R$ 12 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 81 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 79 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 15 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 81 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 73% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 79 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 39 mil48,6%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 28 mil35,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 11 mil13,9%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 7340,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 7060,9%
2016Vereador, Parauapebas (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15 mil
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 7% · pessoas 93%
Gasto contratado
R$ 15 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 6 mil43,1%
  • Materiais impressosR$ 5 mil32,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil16,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil6,7%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 140 lançados como "diversas a especificar"R$ 1571,1%
2014Deputado estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 41% · pessoas 59%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil49,4%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 2 mil17,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8507,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2021,8%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil24,2%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 51 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 90% · pessoas 8% · empresas 3%
Gasto contratado
R$ 51 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 31 mil60,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 9 mil17,5%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 5menos de 0,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 11 mil21,7%
2008Prefeito, Parauapebas (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil90,6%
  • PessoalR$ 4008,1%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 651,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 1998

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892