Geraldo Alves Marques

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Geraldo Alves Marques
7 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PDT
65 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
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Geraldo Marques (Geraldo Alves Marques) disputou 7 eleições entre 1996 e 2016, para vice-prefeito, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Bonito em 2000. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Bonito/MS: 5.695 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Bonito/MS, declarou R$ 239 mil em receitas: R$ 31 mil de outras campanhas, R$ 130 mil de doações privadas (28 doadores), R$ 1 mil de empresas e R$ 76 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 188 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 37 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 12 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 60 mil em 2008 (48% com serviços de terceiros) e R$ 16 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

5.695 votos em 2008 · 7 eleições

A votação de Geraldo Alves Marques em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 239 mil em receitas · R$ 188 mil em gastos contratados

Geraldo Marques declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2006, e prefeito em Bonito (MS) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 239 mil em receitas: R$ 31 mil de outras campanhas, R$ 130 mil de doações privadas (28 doadores), R$ 1 mil de empresas e R$ 76 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 188 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 37 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil). Em 2008, 48% dos R$ 60 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2006, 57% dos R$ 16 mil em gastos contratados foram com baixa recursos estimáveis - recursos de outros candidatos/comitês.

Receitas em 2012R$ 239 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 188 milcontratados
Gastos em 2008R$ 60 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Prefeito, Bonito (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 239 mil
28 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 13% · pessoas 54% · empresas menos de 1% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 188 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 19 mil9,9%
  • Materiais impressosR$ 2200,1%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 111 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 169 mil90,0%
2008Prefeito, Bonito (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 60 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 66% · empresas 25% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 60 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 29 mil48,2%
  • Materiais impressosR$ 1200,2%
  • Outras 3 categoriasR$ 31 mil51,6%
2006Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 57% · pessoas 19% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 4 mil27,5%
  • Outras 3 categoriasR$ 12 mil72,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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