Branquinho (Manoel José da Silva) disputou 10 eleições entre 1996 e 2018, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de Nova Xavantina em 2012, 2008, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MT: 4.898 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por MT, declarou R$ 62 mil em receitas: R$ 58 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 58 mil, principalmente com pessoal (R$ 42 mil), serviços de terceiros (R$ 6 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 7 mil em 2016 (62% com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos) e R$ 40 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
2.895 votos em 2018 · 10 eleições
A votação de Manoel Jose da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 62 mil em receitas · R$ 58 mil em gastos
Branquinho declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso em 2006, 2014 e 2018, e vereador em Nova Xavantina (MT) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 62 mil em receitas: R$ 58 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 58 mil, principalmente com pessoal (R$ 42 mil) e serviços de terceiros (R$ 6 mil). Em 2016, 62% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos; em 2014, R$ 40 mil em gastos contratados.
Receitas em 2018R$ 62 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 58 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
partido 18% · pessoas 12% · empresas 53% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 28 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 20 mil70,5%
Materiais impressosR$ 5 mil17,0%
Serviços de terceirosR$ 5001,8%
Outras 4 categoriasR$ 3 mil10,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2010—GMT · 38 anos · Ensino médio completo · Comerciante · PR · nº 22000 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleição
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.