- Serviços de terceirosR$ 30057,7%
- Materiais impressosR$ 22042,3%
Carlos Japonês (Carlos Tadachi Mizukami) disputou 6 eleições entre 1996 e 2016, para vereador, vice-prefeito e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Carlinda em 2008 e 1996. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Carlinda/MT: 1.777 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Carlinda/MT, declarou R$ 520 em receitas: R$ 300 de doações privadas e R$ 220 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 520, principalmente com serviços de terceiros (R$ 300) e publicidade por materiais impressos (R$ 220). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 579, 69% com publicidade por materiais impressos.
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A votação de Carlos Tadachi Mizukami em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Carlos Japonês declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Carlinda (MT) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 520 em receitas: R$ 300 de doações privadas e R$ 220 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 520, principalmente com serviços de terceiros (R$ 300) e publicidade por materiais impressos (R$ 220). Em 2008, 69% dos R$ 579 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.