Daltinho (Adalto de Freitas Filho) disputou 7 eleições entre 2000 e 2018, para deputado estadual, deputado federal, prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2006. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MT: 26.133 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por MT, declarou R$ 371 mil em receitas: R$ 58 mil de doações privadas (26 doadores) e R$ 313 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 353 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 137 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 71 mil) e serviços de terceiros (R$ 53 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2014 (67% com serviços de terceiros) e R$ 1,9 milhão em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
7.528 votos em 2018 · 7 eleições
A votação de Adalto de Freitas Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 371 mil em receitas · R$ 353 mil em gastos contratados
Daltinho declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso em 2006, 2010, 2014 e 2018, prefeito em Barra do Garças (MT) em 2012, e deputado federal por Mato Grosso em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 371 mil em receitas: R$ 58 mil de doações privadas (26 doadores) e R$ 313 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 353 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 137 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 71 mil). Em 2014, 67% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2014, R$ 1,9 milhão em gastos contratados.
Receitas em 2018R$ 371 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 353 milcontratados
Gastos em 2014R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 4% · pessoas 5% · empresas 67% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 331 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 141 mil42,6%
Materiais impressosR$ 30 mil9,0%
Serviços de terceirosR$ 11 mil3,3%
Outras 21 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 149 mil45,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 2014—GMT · 50 anos · Parda · Superior incompleto · Empresário · SD · nº 7700 · situação constava como inapto nos dados do TSE · ver a eleição
Vice-Prefeito · 2000—LBarra do Garças, Mato Grosso · 36 anos · Ensino médio completo · Empresário e Produtor de Espetáculos Públicos · PSB · nº 401 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
Coligação: PT / PSB / PDT / PMN / PRN / PMDB / PC do B
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.