Carlos Alberto Pereira

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Carlos Alberto Pereira
10 eleições entre 1994 e 2022 · último partido PODE
68 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Empresário
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Carlos Alberto Pereira disputou 10 eleições entre 1994 e 2022, para deputado federal, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Lavras em 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por MG: 67.166 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por MG, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 954 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 140 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com pessoal (R$ 661 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 434 mil) e publicidade por adesivos (R$ 192 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 962 mil em 2018 (80% com pessoal) e R$ 366 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

29.923 votos em 2022 · 10 eleições

A votação de Carlos Alberto Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 1,6 milhão em receitas · R$ 1,6 milhão em gastos

Carlos Alberto Pereira declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, 2010, 2014 e 2022, e deputado estadual por Minas Gerais em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 954 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 140 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com pessoal (R$ 661 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 434 mil). Em 2018, 80% dos R$ 962 mil em gastos foram com pessoal; em 2014, 88% dos R$ 366 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2022R$ 1,6 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 1,6 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 962 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2006 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,6 milhão
4 doadores pessoas físicas
FEFC 31% · pessoas 60% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 1,6 milhão
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 661 mil41,5%
  • Materiais impressosR$ 434 mil27,2%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 138 mil8,7%
  • Serviços de terceirosR$ 70 mil4,4%
  • Locação de imóveisR$ 7 mil0,4%
  • Outras 9 categoriasR$ 283 mil17,8%
2018Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 983 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 2% · partido e outras campanhas menos de 1% · próprios 98%
Gasto contratado
R$ 962 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 771 mil80,2%
  • Materiais impressosR$ 79 mil8,2%
  • Serviços de terceirosR$ 50 mil5,2%
  • Outras 7 categoriasR$ 62 mil6,4%
2014Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 366 mil
doações de pessoas
partido 1% · pessoas menos de 1% · próprios 98%
Gasto contratado
R$ 366 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 322 mil88,0%
  • PessoalR$ 20 mil5,5%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil0,5%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 22 mil6,0%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,3 milhões
87 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 1% · empresas 3% · próprios 96%
Gasto contratado
R$ 2,3 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 775 mil34,3%
  • Materiais impressosR$ 309 mil13,7%
  • Serviços de terceirosR$ 188 mil8,3%
  • Locação de imóveisR$ 20 mil0,9%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 253 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 970 mil42,9%
2006Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 810 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas menos de 1% · empresas 7% · próprios 93%
Gasto contratado
R$ 799 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 287 mil35,9%
  • Materiais impressosR$ 141 mil17,7%
  • Serviços de terceirosR$ 67 mil8,3%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil0,3%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 82 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 301 mil37,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Carlos Alberto Pereira: candidaturas e votos · Radar do Voto