Paulo Rodrigues

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Paulo Rodrigues
5 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PTB
49 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Tipolim (Paulo Rodrigues) disputou 5 eleições entre 2000 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Varginha em 2004. A maior votação foi em 2004, para vereador em Varginha/MG: 1.143 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Varginha/MG, declarou R$ 350 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 350, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 350). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2012 (43% com cessão ou locação de veículos) e R$ 2 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

325 votos em 2016 · 5 eleições

A votação de Paulo Rodrigues em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 350 em receitas · R$ 350 em gastos contratados

Tipolim declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Varginha (MG) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 350 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 350, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 350). Em 2012, 43% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos; em 2008, R$ 2 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 350campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 350contratados
Gastos em 2012R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Varginha (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 350
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 350
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 350100,0%
2012Vereador, Varginha (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 35% · pessoas 10% · próprios 55%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil42,6%
  • Materiais impressosR$ 72727,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 52519,9%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2007,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 672,5%
2008Vereador, Varginha (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 30% · empresas 36% · próprios 34%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 50029,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 30017,9%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 784,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 80047,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Paulo Rodrigues (Tipolim): candidaturas e votos · Radar do Voto