- PessoalR$ 978 mil52,8%
- Materiais impressosR$ 439 mil23,7%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 153 mil8,3%
- Serviços advocatíciosR$ 50 mil2,7%
- Outras 14 categoriasinclui R$ 9 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 233 mil12,6%
Segundo o Radar do Voto, Gilmar Machado (PT) ficou como suplente de deputado federal por Minas Gerais em 2026, com 32.357 votos, pelo resultado oficial do TSE. Gilmar Machado (Gilmar Alves Machado) disputou 11 eleições entre 1994 e 2026, para deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 6 vezes: prefeito de Uberlândia em 2012; deputado federal em 2010, 2006, 2002 e 1998; deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Uberlândia/MG: 236.418 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por MG, declarou R$ 2,1 milhões em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 211 mil de doações privadas (39 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 25 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,9 milhão, principalmente com pessoal (R$ 978 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 439 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 153 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1,8 milhão em 2022 (50% com pessoal) e R$ 472 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Gilmar Alves Machado em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Gilmar Machado declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, 2010, 2018, 2022 e 2026, e prefeito em Uberlândia (MG) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,1 milhões em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 211 mil de doações privadas (39 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 25 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,9 milhão, principalmente com pessoal (R$ 978 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 439 mil); R$ 1,3 milhão já foram pagos. Em 2022, 50% dos R$ 1,8 milhão em gastos foram com pessoal; em 2018, R$ 472 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.