Dr. Rinaldo Valério

Foto de Antônio Rinaldo Valério
Dr. Rinaldo Valério
Antônio Rinaldo Valério (nome civil)
12 eleições entre 1994 e 2018 · último partido DC
62 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Médico

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr. Rinaldo Valério (Antônio Rinaldo Valério) disputou 12 eleições entre 1994 e 2018, para deputado estadual, vice-prefeito e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: vice-prefeito de Divinópolis em 2016 e 2004; deputado estadual em 2006. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MG: 25.787 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por MG, declarou R$ 115 mil em receitas: R$ 50 mil de outras campanhas, R$ 50 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 96 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 35 mil), pessoal (R$ 29 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 18 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 73 mil em 2014 e R$ 278 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

12.423 votos em 2018 · 12 eleições

A votação de Antônio Rinaldo Valério em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 115 mil em receitas · R$ 96 mil em gastos

Dr. Rinaldo Valério declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006, 2010, 2014 e 2018, e prefeito em Divinópolis (MG) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 115 mil em receitas: R$ 50 mil de outras campanhas, R$ 50 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 96 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 35 mil) e pessoal (R$ 29 mil). Em 2014, R$ 73 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 278 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 115 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 96 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 73 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2018Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 115 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 43% · pessoas 44% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 96 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 35 mil35,9%
  • PessoalR$ 29 mil30,1%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 18 mil18,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4 mil4,3%
  • Outras 6 categoriasR$ 11 mil11,3%
2014Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 73 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 58% · pessoas 22% · empresas 14% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 73 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 21 mil28,8%
  • Materiais impressosR$ 14 mil18,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 10 mil13,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 8 mil10,9%
  • Outras 6 categoriasR$ 20 mil27,8%
2010Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 278 mil
30 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 11% · pessoas 46% · empresas 24% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 278 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 51 mil18,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 39 mil14,1%
  • Materiais impressosR$ 33 mil12,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 26 mil9,2%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 129 mil46,3%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Prefeito, Divinópolis (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 136 mil
18 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 54% · pessoas 23% · empresas 18% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 136 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 19 mil14,2%
  • Publicidade por carros de somR$ 14 mil10,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 8 mil5,9%
  • AlimentaçãoR$ 6 mil4,4%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 89 mil65,2%
2006Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 159 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 22% · pessoas 33% · empresas 35% · próprios 8% · outras 2%
Gasto contratado
R$ 159 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 29 mil18,2%
  • Materiais impressosR$ 23 mil14,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 17 mil10,5%
  • Serviços de terceirosR$ 13 mil8,3%
  • Outras 18 categoriasR$ 77 mil48,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

12 candidaturas · eleito em 2004, 2006 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892