43 anos em 2008 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Agricultor
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Zelito (Joselito Viana da Costa) disputou 3 eleições entre 1996 e 2008, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Bugre em 2008 e 1996; vice-prefeito de Bugre em 2004. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Bugre/MG: 1.695 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Bugre/MG, declarou R$ 64 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 41 mil de doações privadas (35 doadores), R$ 1 mil de empresas e R$ 21 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 64 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 31 mil), serviços de terceiros (R$ 9 mil) e encargos sociais (R$ 3 mil).
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Evolução da votação nas eleições
1.695 votos em 2008 (eleito) · 3 eleições
A votação de Joselito Viana da Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 64 mil em receitas · R$ 64 mil em gastos contratados
Zelito declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Bugre (MG) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 64 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 41 mil de doações privadas (35 doadores), R$ 1 mil de empresas e R$ 21 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 64 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 31 mil) e serviços de terceiros (R$ 9 mil).
partido e outras campanhas 2% · pessoas 64% · empresas 2% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 64 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 31 mil49,0%
Serviços de terceirosR$ 9 mil13,9%
Encargos sociaisR$ 3 mil4,4%
Materiais impressosR$ 1 mil2,1%
Outras 4 categoriasinclui R$ 444 lançados como "diversas a especificar" e R$ 727 doados a outros candidatos e partidosR$ 20 mil30,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 1996ELEITO1.350LBugre, Minas Gerais · 31 anos · Ensino fundamental incompleto · Trabalhador Rural · PPB · nº 11 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.