José Rubens Esteves Duarte

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José Rubens Esteves Duarte
8 eleições entre 1996 e 2024 · último partido SOLIDARIEDADE
53 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Empresário
redes informadas ao TSE
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Bina (José Rubens Esteves Duarte) disputou 8 eleições entre 1996 e 2024, para vice-prefeito, vereador, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Poté em 2008; vereador de Poté em 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MG: 2.873 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Poté/MG, declarou R$ 200 em receitas, de doações privadas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5 mil em 2016 (80% com serviços de terceiros) e R$ 3 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

42 votos em 2020 · 8 eleições

A votação de José Rubens Esteves Duarte em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 200 em receitas

Bina declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006, prefeito em Poté (MG) em 2016, e vereador em Poté (MG) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 200 em receitas, de doações privadas. Em 2016, 80% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2006, R$ 3 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 200campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Poté (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 200
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Prefeito, Poté (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil80,0%
  • Materiais impressosR$ 1 mil20,0%
2006Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil100,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2000 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
José Rubens Esteves Duarte (Bina): candidaturas e votos · Radar do Voto