José Humberto Soares

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José Humberto Soares
7 eleições entre 2000 e 2018 · último partido PSD
58 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Gerente
redes informadas ao TSE
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José Humberto (José Humberto Soares) disputou 7 eleições entre 2000 e 2018, para deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 2010; prefeito de Patos de Minas em 2000. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por MG: 57.258 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por MG, declarou R$ 872 mil em receitas: R$ 800 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 20 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 53 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 854 mil, principalmente com pessoal (R$ 379 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 110 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 92 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 687 mil em 2014 e R$ 410 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

39.096 votos em 2018 · 7 eleições

A votação de José Humberto Soares em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 872 mil em receitas · R$ 854 mil em gastos

José Humberto declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, 2010, 2014 e 2018, e prefeito em Patos de Minas (MG) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 872 mil em receitas: R$ 800 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 20 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 53 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 854 mil, principalmente com pessoal (R$ 379 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 110 mil). Em 2014, R$ 687 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 410 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 872 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 854 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 687 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 872 mil
7 doadores pessoas físicas
FEFC 92% · pessoas 2% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 854 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 379 mil44,4%
  • Materiais impressosR$ 92 mil10,7%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 18 mil2,1%
  • Serviços de terceirosR$ 17 mil2,0%
  • Locação de imóveisR$ 10 mil1,2%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 9 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 337 mil39,5%
2014Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 687 mil
34 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 25% · empresas 54% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 687 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 164 mil23,9%
  • PessoalR$ 164 mil23,9%
  • Serviços de terceirosR$ 22 mil3,2%
  • Locação de imóveisR$ 8 mil1,2%
  • Materiais impressosR$ 4 mil0,6%
  • Outras 24 categoriasinclui R$ 60 lançados como "diversas a especificar" e R$ 50 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 324 mil47,1%
2010Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 410 mil
68 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 67% · empresas 26% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 410 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 97 mil23,7%
  • PessoalR$ 73 mil17,8%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil0,7%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil0,6%
  • Outras 21 categoriasinclui R$ 450 lançados como "diversas a especificar"R$ 234 mil57,3%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Prefeito, Patos de Minas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 204 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 94% · pessoas 6%
Gasto contratado
R$ 204 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 204 mil100,0%
2006Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 67 mil
13 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 46% · empresas 51%
Gasto contratado
R$ 67 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 20 mil29,5%
  • PessoalR$ 11 mil16,4%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil2,9%
  • Locação de imóveisR$ 1500,2%
  • Outras 14 categoriasR$ 34 mil50,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2000 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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