- Materiais impressosR$ 7 mil96,1%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 2873,8%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 130,2%
Dr Divino (Valdivino Rodrigues Barbosa) disputou 6 eleições entre 1994 e 2016, para prefeito, vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1994, para deputado estadual por GO: 824 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Aurilândia/GO, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 6 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil), serviços próprios prestados por terceiros (R$ 287) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 13). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 10 mil em 2012 (63% com pessoal) e R$ 570 em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Valdivino Rodrigues Barbosa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr Divino declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Aurilândia (GO) em 2008 e 2016, deputado estadual por Goiás em 2010, e vereador em Aparecida de Goiânia (GO) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 6 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 287). Em 2012, 63% dos R$ 10 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2010, R$ 570 em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.