Geraldo da Silva Coelho

Foto de Geraldo da Silva Coelho
Geraldo da Silva Coelho
3 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PP
67 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental completo
Aposentado (exceto Servidor Publico)
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Geraldo da Silva Coelho disputou 3 eleições entre 2004 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Marliéria/MG: 45 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Marliéria/MG, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 271 de outras campanhas e R$ 950 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 900), serviços de terceiros (R$ 120) e publicidade por materiais impressos (R$ 78). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 813, 60% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

30 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Geraldo da Silva Coelho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 1 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos contratados

Geraldo da Silva Coelho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Marliéria (MG) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 271 de outras campanhas e R$ 950 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 900) e serviços de terceiros (R$ 120). Em 2012, 60% dos R$ 813 em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2016R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados
Gastos em 2012R$ 813contratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Marliéria (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 22% · próprios 78%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 90075,8%
  • Serviços de terceirosR$ 12010,1%
  • Materiais impressosR$ 786,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 242,0%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 50 lançados como "diversas a especificar"R$ 665,6%
2012Vereador, Marliéria (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 62% · pessoas 38%
Gasto contratado
R$ 813
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 48659,8%
  • Materiais impressosR$ 20725,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 9011,1%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 303,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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