Saulo Manoel

Foto de Saulo Manoel da Silveira
Saulo Manoel
Saulo Manoel da Silveira (nome civil)
7 eleições entre 1996 e 2016 · PT
57 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Vereador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Saulo Manoel (Saulo Manoel da Silveira) disputou 7 eleições entre 1996 e 2016, para vereador, deputado federal e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Ipatinga em 2012, 2008 e 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por MG: 23.451 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Ipatinga/MG, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 14 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e pessoal (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 45 mil em 2012 (56% com publicidade por materiais impressos) e R$ 199 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

1.395 votos em 2016 · 7 eleições

A votação de Saulo Manoel da Silveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 30 mil em receitas · R$ 30 mil em gastos contratados

Saulo Manoel declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Ipatinga (MG) em 2008, 2012 e 2016, e deputado federal por Minas Gerais em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 14 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil). Em 2012, 56% dos R$ 45 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, R$ 199 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 30 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 30 milcontratados
Gastos em 2012R$ 45 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2010, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Ipatinga (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 30 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 45% · próprios 45%
Gasto contratado
R$ 30 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 10 mil32,2%
  • Materiais impressosR$ 6 mil21,5%
  • PessoalR$ 5 mil17,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil12,0%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 620 lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil17,0%
2012Vereador, Ipatinga (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 108 mil
31 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 7% · pessoas 68% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 45 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 25 mil55,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 12 mil26,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil4,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil4,4%
  • Outras 8 categoriasR$ 4 mil9,1%
2010Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 199 mil
157 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 33% · pessoas 44% · empresas 3% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 199 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 49 mil24,8%
  • PessoalR$ 37 mil18,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 20 mil9,8%
  • Publicidade por telemarketingR$ 10 mil5,0%
  • Outras 14 categoriasR$ 83 mil41,6%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, Ipatinga (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 25 mil
57 doadores pessoas físicas
pessoas 70% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 25 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 7 mil27,2%
  • Materiais impressosR$ 3 mil11,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil9,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 2 mil6,9%
  • Outras 11 categoriasR$ 11 mil44,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 1996, 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892