- Militância e mobilização de ruaR$ 614 mil34,9%
- Materiais impressosR$ 570 mil32,4%
- Publicidade por adesivosR$ 114 mil6,5%
- PessoalR$ 113 mil6,4%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 63 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 348 mil19,8%
Segundo o Radar do Voto, Rosangela Reis (PL) foi eleita deputada federal por Minas Gerais em 2026, com 57.063 votos, pelo resultado oficial do TSE. Rosangela Reis (Rosângela de Oliveira Campos Reis) disputou 10 eleições entre 2000 e 2026, para deputada federal, deputada estadual, prefeita e vereadora. Ela foi eleita 8 vezes: deputada federal em 2026 e 2022; deputada estadual em 2018, 2014, 2010 e 2006; vereadora de Ipatinga em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por MG: 70.040 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 114,1 milhões empenhados em 19 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 72 municípios; 92% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputada federal por MG, declarou R$ 2,9 milhões em receitas: R$ 2,6 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 8 mil de outras campanhas, R$ 173 mil de doações privadas (83 doadores) e R$ 92 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 614 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 570 mil) e publicidade por adesivos (R$ 114 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 813 mil em 2022 e R$ 542 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Rosângela de Oliveira Campos Reis em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Rosangela Reis declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputada estadual por Minas Gerais em 2006, 2010, 2014 e 2018, prefeita em Ipatinga (MG) em 2008 e 2012, e deputada federal por Minas Gerais em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,9 milhões em receitas: R$ 2,6 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 8 mil de outras campanhas, R$ 173 mil de doações privadas (83 doadores) e R$ 92 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 614 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 570 mil); R$ 820 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 813 mil em gastos; em 2018, 46% dos R$ 542 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Rosangela Reis teve R$ 114,1 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 19 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 72 municípios. Já foram pagos R$ 105,5 milhões (92%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (52%). As cidades que mais receberam foram Pingo-d'Água, Ipatinga e Caratinga.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 37,4 milhões | R$ 31,3 milhões | 84% | 4 | 46 |
| 2025 | R$ 37,3 milhões | R$ 36,3 milhões | 97% | 9 | 38 |
| 2024 | R$ 37,9 milhões | R$ 37,9 milhões | 99% | 5 | 33 |
| Total | R$ 112,5 milhões | R$ 105,5 milhões | 94% | 18 | 72 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.