- Materiais impressosR$ 123 mil14,0%
- Serviços de terceirosR$ 110 mil12,5%
- PessoalR$ 59 mil6,7%
- Locação de imóveisR$ 7 mil0,8%
- Outras 18 categoriasR$ 583 mil66,0%
Roberto Muniz (Roberto de Oliveira Muniz) disputou 5 eleições entre 1996 e 2010, para 1º suplente senador, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: 1º suplente senador em 2010; deputado estadual em 2006 e 2002; prefeito de Lauro de Freitas em 1996. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por BA: 84.893 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Lauro de Freitas/BA, declarou R$ 908 mil em receitas: R$ 425 mil de outros recursos do partido, R$ 39 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 312 mil de empresas, R$ 107 mil de recursos próprios e R$ 25 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 883 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 169 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 123 mil) e serviços de terceiros (R$ 110 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 303 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Roberto de Oliveira Muniz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Roberto Muniz declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2006, e prefeito em Lauro de Freitas (BA) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 908 mil em receitas: R$ 425 mil de outros recursos do partido, R$ 39 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 312 mil de empresas, R$ 107 mil de recursos próprios e R$ 25 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 883 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 169 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 123 mil). Em 2006, R$ 303 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.