Carlos Antonio Ribeiro

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Carlos Antonio Ribeiro
3 eleições entre 2004 e 2016 · PTB
53 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental completo
Militar Reformado
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Carlos do Calite (Carlos Antonio Ribeiro) disputou 3 eleições entre 2004 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Delfim Moreira em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Delfim Moreira/MG: 4.144 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Delfim Moreira/MG, declarou R$ 51 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 10 mil de doações privadas e R$ 21 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 51 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 14 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e publicidade por adesivos (R$ 10 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 27 mil, 44% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

2.616 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Carlos Antonio Ribeiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 51 mil em receitas · R$ 51 mil em gastos contratados

Carlos do Calite declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Delfim Moreira (MG) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 51 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 10 mil de doações privadas e R$ 21 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 51 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 14 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil). Em 2008, 44% dos R$ 27 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 51 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 51 milcontratados
Gastos em 2008R$ 27 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Delfim Moreira (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 51 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 40% · pessoas 20% · próprios 41%
Gasto contratado
R$ 51 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 14 mil27,7%
  • Materiais impressosR$ 12 mil24,0%
  • Materiais impressosR$ 6001,2%
  • Outras 5 categoriasR$ 24 mil47,1%
2008Prefeito, Delfim Moreira (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
103 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 47% · empresas 26% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 27 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 12 mil43,8%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil9,3%
  • Outras 5 categoriasR$ 13 mil46,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Carlos Antonio Ribeiro (Carlos do Calite): candidaturas e votos · Radar do Voto