6 eleições entre 1996 e 2014 · último partido PT do B
49 anos em 2014 · Masculino · Ensino médio completo
Sacerdote Ou Membro de Ordem Ou Seita Religiosa
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Elias Galdino (Elias Ramos Soares) disputou 6 eleições entre 1996 e 2014, para deputado federal, prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Coronel Fabriciano em 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por MG: 8.724 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por MG, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 450 de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil), publicidade por carros de som (R$ 6 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 4 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 13 mil.
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Evolução da votação nas eleições
4.216 votos em 2014 · 6 eleições
A votação de Elias Ramos Soares em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 24 mil em receitas · R$ 24 mil em gastos contratados
Elias Galdino declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 450 de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e publicidade por carros de som (R$ 6 mil). Em 2006, R$ 13 mil em gastos contratados.
Receitas em 2010R$ 24 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 24 milcontratados
Gastos em 2006R$ 13 milcontratados, campanha encerrada
Outras 3 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 7 mil54,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal · 2014SUPLENTE4.216GMG · 49 anos · Parda · Ensino médio completo · Sacerdote Ou Membro de Ordem Ou Seita Religiosa · PT do B · nº 7087 · ver resultado completo
Deputado Federal · 2010SUPLENTE8.724GMG · 45 anos · Ensino médio completo · Sacerdote Ou Membro de Ordem Ou Seita Religiosa · PT do B · nº 7087 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.