- Serviços de terceirosR$ 1,6 milhão22,5%
- Materiais impressosR$ 1,3 milhão18,6%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 377 mil5,2%
- PessoalR$ 297 mil4,1%
- Militância e mobilização de ruaR$ 109 mil1,5%
- Outras 12 categoriasR$ 3,5 milhões48,2%
Caetano (Luiz Carlos Caetano) disputou 10 eleições entre 1996 e 2024, para prefeito, deputado federal, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 6 vezes: prefeito de Camaçari em 2024, 2008 e 2004; deputado federal em 2014; deputado estadual em 2002; vereador de Camaçari em 2000. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por BA: 125.862 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 55,8 milhões empenhados em 35 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 86 municípios; 96% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2024 para prefeito em Camaçari/BA, declarou R$ 7,4 milhões em receitas: R$ 5,4 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1,9 milhão de doações privadas (130 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7,3 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1,6 milhão), publicidade por materiais impressos (R$ 1,3 milhão) e publicidade por adesivos (R$ 1,1 milhão). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 919 mil em 2018 e R$ 967 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Luiz Carlos Caetano em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Caetano declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Camaçari (BA) em 2008, 2016 e 2024, e deputado federal por Bahia em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 7,4 milhões em receitas: R$ 5,4 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1,9 milhão de doações privadas (130 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7,3 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1,6 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 1,3 milhão). Em 2018, R$ 919 mil em gastos; em 2016, R$ 967 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Caetano teve R$ 55,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 35 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 86 municípios. Já foram pagos R$ 53,7 milhões (96%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (51%). As cidades que mais receberam foram Santo Estêvão, Central e Irecê.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 15,4 milhões | R$ 14,9 milhões | 97% | 7 | 18 |
| 2018 | R$ 14,4 milhões | R$ 13,4 milhões | 93% | 9 | 31 |
| 2017 | R$ 12,5 milhões | R$ 12,5 milhões | 100% | 8 | 33 |
| 2016 | R$ 13 milhões | R$ 12,1 milhões | 94% | 10 | 49 |
| Total | R$ 55,3 milhões | R$ 52,9 milhões | 96% | 34 | 86 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.