Renato Pereira Goncalves

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Renato Pereira Goncalves
5 eleições entre 1996 e 2010 · último partido PSDB
52 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Médico
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Dr Renato (Renato Pereira Gonçalves) disputou 5 eleições entre 1996 e 2010, para deputado estadual, vice-prefeito e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Humaitá em 2000 e 1996. A maior votação foi em 1996, para prefeito em Humaitá/AM: 7.065 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por AM, declarou R$ 89 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 45 mil de doações privadas (27 doadores), R$ 24 mil de empresas e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 89 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 7 mil) e publicidade por carros de som (R$ 4 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 7 mil.

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Evolução da votação nas eleições

5.923 votos em 2010 · 5 eleições

A votação de Renato Pereira Goncalves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 89 mil em receitas · R$ 89 mil em gastos contratados

Dr Renato declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Amazonas em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 89 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 45 mil de doações privadas (27 doadores), R$ 24 mil de empresas e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 89 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 7 mil). Em 2006, R$ 7 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 89 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 89 milcontratados
Gastos em 2006R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 89 mil
27 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 50% · empresas 27% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 89 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 31 mil34,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil8,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 4 mil4,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil1,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 45 mil51,1%
2006Deputado estadual, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
sem doações de pessoas
empresas 100%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil28,5%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 80,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 5 mil71,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Renato Pereira Goncalves (Dr Renato): candidaturas e votos · Radar do Voto