Fernando Ribeiro Toledo

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Fernando Ribeiro Toledo
4 eleições entre 1996 e 2010 · último partido PSDB
53 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Economista
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Fernado Toledo (Fernando Ribeiro Toledo) disputou 4 eleições entre 1996 e 2010, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2010 e 2006; prefeito de Cajueiro em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por AL: 27.059 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por AL, declarou R$ 360 mil em receitas: R$ 41 mil de outras campanhas, R$ 20 mil de doações privadas, R$ 251 mil de empresas e R$ 48 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 360 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 108 mil), pessoal (R$ 78 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 53 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 266 mil.

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Evolução da votação nas eleições

27.059 votos em 2010 (eleito) · 4 eleições

A votação de Fernando Ribeiro Toledo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 360 mil em receitas · R$ 360 mil em gastos contratados

Fernado Toledo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Alagoas em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 360 mil em receitas: R$ 41 mil de outras campanhas, R$ 20 mil de doações privadas, R$ 251 mil de empresas e R$ 48 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 360 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 108 mil) e pessoal (R$ 78 mil). Em 2006, R$ 266 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 360 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 360 milcontratados
Gastos em 2006R$ 266 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, AlagoasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 360 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 11% · pessoas 6% · empresas 70% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 360 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 78 mil21,7%
  • Materiais impressosR$ 37 mil10,3%
  • Locação de imóveisR$ 5 mil1,4%
  • Outras 7 categoriasR$ 240 mil66,6%
2006Deputado estadual, AlagoasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 266 mil
11 doadores pessoas físicas
pessoas 39% · empresas 57% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 266 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 31 mil11,7%
  • PessoalR$ 15 mil5,6%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 443 lançados como "diversas a especificar"R$ 220 mil82,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2000, 2006 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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