Eduardo Alves Carvalho

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Eduardo Alves Carvalho
5 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PDT
54 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Agricultor
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Eduardo Alves (Eduardo Alves Carvalho) disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Bom Sucesso em 2004 e 1996. A maior votação foi em 2008, para vereador em Bom Sucesso/MG: 254 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Bom Sucesso/MG, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 12 de outras campanhas, R$ 300 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 894), publicidade por adesivos (R$ 700) e serviços de terceiros (R$ 200). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 51% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

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Evolução da votação nas eleições

220 votos em 2016 · 5 eleições

A votação de Eduardo Alves Carvalho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Eduardo Alves declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Bom Sucesso (MG) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 12 de outras campanhas, R$ 300 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 894) e publicidade por adesivos (R$ 700). Em 2008, 51% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2016R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados
Gastos em 2008R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Bom Sucesso (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 15% · próprios 85%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 89444,2%
  • Serviços de terceirosR$ 2009,9%
  • Serviços de terceirosR$ 2009,9%
  • Materiais impressosR$ 120,6%
  • Outras 2 categoriasR$ 71735,4%
2008Vereador, Bom Sucesso (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 19% · próprios 81%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1358,7%
  • Serviços de terceirosR$ 1006,4%
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil84,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1996 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Eduardo Alves Carvalho (Eduardo Alves): candidaturas e votos · Radar do Voto