Gildo Vieira da Cunha Filho

Foto de Gildo Vieira da Cunha Filho
Gildo Vieira da Cunha Filho
6 eleições entre 1996 e 2020 · último partido REPUBLICANOS
60 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
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Gildinho - Gildo do Banco (Gildo Vieira da Cunha Filho) disputou 6 eleições entre 1996 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2004, para vereador em Araguari/MG: 690 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Araguari/MG, declarou R$ 520 em receitas: R$ 120 de outras campanhas e R$ 400 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 400, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 391). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2016 e R$ 1 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

403 votos em 2020 · 6 eleições

A votação de Gildo Vieira da Cunha Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 520 em receitas · R$ 400 em gastos

Gildinho - Gildo do Banco declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Araguari (MG) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 520 em receitas: R$ 120 de outras campanhas e R$ 400 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 400, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 391). Em 2016, R$ 2 mil em gastos contratados; em 2012, 59% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 520campanha encerrada
Gastos em 2020R$ 400campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2020Vereador, Araguari (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 520
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 23% · próprios 77%
Gasto contratado
R$ 400
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 39197,8%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 9 lançados como "diversas a especificar"R$ 92,2%
2016Vereador, Araguari (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 10% · próprios 90%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1506,9%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil93,1%
2012Vereador, Araguari (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 36% · próprios 64%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 86058,9%
  • Materiais impressosR$ 52135,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 805,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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