Marcio de Oliveira Passos

Foto de Marcio de Oliveira Passos
Marcio de Oliveira Passos
5 eleições entre 2012 e 2026 · último partido UNIÃO
44 anos em 2026 · Masculino · Superior incompleto
Agente Administrativo
redes informadas ao TSE
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Márcio Passos (UNIÃO) ficou como suplente de deputado estadual por Goiás em 2026, com 1.126 votos, pelo resultado oficial do TSE. Márcio Passos (Marcio de Oliveira Passos) disputou 5 eleições entre 2012 e 2026, para deputado estadual, vice-prefeito, prefeito e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Posse/GO: 1.961 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por GO, declarou R$ 77 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 55 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 110 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 30 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 24 mil) e publicidade por carros de som (R$ 20 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 97 mil em 2020 e R$ 12 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

1.126 votos em 2026 · 5 eleições

A votação de Marcio de Oliveira Passos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 77 mil em receitas · R$ 110 mil em gastos contratados

Márcio Passos declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Posse (GO) em 2012 e 2016, prefeito em Posse (GO) em 2020, e deputado estadual por Goiás em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 77 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 55 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 110 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 30 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 24 mil); R$ 0 já foram pagos. Em 2020, R$ 97 mil em gastos contratados; em 2016, 50% dos R$ 12 mil em gastos contratados foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 77 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 110 milcontratados, parcial; R$ 0 pagos
Gastos em 2020R$ 97 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42012, 2016, 2020 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 77 mil
doações de pessoas
FEFC 19% · partido e outras campanhas 71% · pessoas 6% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 110 mil
pago até agora: R$ 0 (0%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 30 mil27,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 24 mil21,9%
  • Publicidade por carros de somR$ 20 mil18,2%
  • PessoalR$ 15 mil13,7%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 9 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 21 mil18,8%
2020Prefeito, Posse (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 94 mil
7 doadores pessoas físicas
pessoas 99% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 97 mil
pago: R$ 91 mil (94%)
  • PessoalR$ 25 mil25,6%
  • Serviços advocatíciosR$ 21 mil21,9%
  • Materiais impressosR$ 6 mil6,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil1,0%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 40 lançados como "diversas a especificar" e R$ 44 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 44 mil45,2%
2016Vereador, Posse (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
7 doadores pessoas físicas
pessoas 91% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 6 mil50,2%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil14,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil13,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil8,6%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil13,6%
Ver a campanha anterior
2012Vereador, Posse (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
11 doadores pessoas físicas
partido 3% · pessoas 80% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 964
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 59461,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 37038,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
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