Silvio Felipe (DEMOCRATA) teve 231 votos para deputado estadual por Goiás em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Silvio Felipe (Silvio Donizete Felipe) disputou 8 eleições entre 1996 e 2026, para deputado estadual, vereador e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Pires do Rio em 2012 e 1996. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Pires do Rio/GO: 1.861 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Pires do Rio/GO, declarou R$ 15 mil em receitas, de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 8 mil), publicidade por carros de som (R$ 3 mil) e serviços de terceiros (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 15 mil em 2012 (62% com publicidade por materiais impressos) e R$ 60 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
231 votos em 2026 · 8 eleições
A votação de Silvio Donizete Felipe em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 2 mil em gastos contratados
Silvio Felipe declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Pires do Rio (GO) em 2008, 2012 e 2016, e deputado estadual por Goiás em 2010 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 15 mil em receitas, de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 8 mil) e publicidade por carros de som (R$ 3 mil). Em 2012, 62% dos R$ 15 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, R$ 60 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Gastos em 2026R$ 2 milcontratados, parcial; R$ 0 pagos
Gastos em 2016R$ 15 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 7% · pessoas 78% · empresas 15%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 3 mil46,5%
Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil21,1%
PessoalR$ 73911,4%
Publicidade por carros de somR$ 4907,6%
Outras 3 categoriasR$ 86413,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2010—GGO · 52 anos · Superior completo · Servidor Público Estadual · PTB · nº 14222 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleiçãoprestação de contas
Vereador · 2008—LPires do Rio, Goiás · 50 anos · Superior completo · Servidor Público Estadual · PTB · nº 14014 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleição
Vereador · 1996ELEITO699LPires do Rio, Goiás · 38 anos · Ensino médio completo · Funcionario Publico · PMDB · nº 15610 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.