- Locação de imóveisR$ 18 mil21,3%
- Locação/cessão de bens móveis (exceto veículos)R$ 16 mil19,7%
- Materiais impressosR$ 16 mil19,3%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 11 mil13,3%
- Outras 5 categoriasR$ 22 mil26,4%
Fabio Correa (AGIR) ficou como suplente de deputado estadual por Goiás em 2026, com 13.294 votos, pelo resultado oficial do TSE. Fabio Correa (Fábio Correa de Oliveira) disputou 5 eleições entre 2004 e 2026, para deputado estadual, prefeito, vereador e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Cidade Ocidental em 2020 e 2016; vereador de Cidade Ocidental em 2012. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Cidade Ocidental/GO: 15.127 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por GO, declarou R$ 290 mil em receitas: R$ 16 mil de outras campanhas, R$ 235 mil de doações privadas (16 doadores) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 83 mil, principalmente com locação de imóveis (R$ 18 mil), locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 16 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 351 mil em 2020 e R$ 415 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Fábio Correa de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Fabio Correa declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Cidade Ocidental (GO) em 2012, prefeito em Cidade Ocidental (GO) em 2016 e 2020, e deputado estadual por Goiás em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 290 mil em receitas: R$ 16 mil de outras campanhas, R$ 235 mil de doações privadas (16 doadores) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 83 mil, principalmente com locação de imóveis (R$ 18 mil) e locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 16 mil); R$ 77 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 351 mil em gastos; em 2016, R$ 415 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.