- PessoalR$ 31 mil12,2%
- Materiais impressosR$ 22 mil8,8%
- Materiais impressosR$ 15 mil5,9%
- Locação de imóveisR$ 6 mil2,6%
- Serviços de terceirosR$ 5 mil1,9%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 44 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 173 mil68,5%
Gleide Santos (Gleide Lima Santos) disputou 6 eleições entre 1994 e 2012, para prefeita, vice-prefeita e deputada estadual. Ela foi eleita 1 vez: prefeita de Açailândia em 2012. A maior votação foi em 2012, para prefeita em Açailândia/MA: 28.993 votos. Na campanha de 2012 para prefeita em Açailândia/MA, declarou R$ 322 mil em receitas: R$ 166 mil de outras campanhas, R$ 82 mil de doações privadas (12 doadores), R$ 50 mil de empresas e R$ 24 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 253 mil, principalmente com baixa de estimáveis - publicidade por carros de som (R$ 40 mil), baixa de estimáveis - combustíveis e lubrificantes (R$ 38 mil) e pessoal (R$ 31 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 264 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Gleide Lima Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Gleide Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeita em Açailândia (MA) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 322 mil em receitas: R$ 166 mil de outras campanhas, R$ 82 mil de doações privadas (12 doadores), R$ 50 mil de empresas e R$ 24 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 253 mil, principalmente com baixa de estimáveis - publicidade por carros de som (R$ 40 mil) e baixa de estimáveis - combustíveis e lubrificantes (R$ 38 mil). Em 2008, R$ 264 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.