Professor Zé do Carmo

Foto de Jose do Carmo Alves Siqueira
Professor Zé do Carmo
Jose do Carmo Alves Siqueira (nome civil)
4 eleições entre 2002 e 2018 · PT
50 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Superior

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Zé do Carmo (José do Carmo Alves Siqueira) disputou 4 eleições entre 2002 e 2018, para deputado federal, vice-governador e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2002, para deputado federal por GO: 18.218 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por GO, declarou R$ 114 mil em receitas: R$ 81 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 24 mil de doações privadas (20 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 107 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 48 mil), pessoal (R$ 29 mil) e publicidade por adesivos (R$ 8 mil).

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Evolução da votação nas eleições

12.668 votos em 2018 · 4 eleições

A votação de Jose do Carmo Alves Siqueira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalPrefeitoGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 114 mil em receitas · R$ 107 mil em gastos

Professor Zé do Carmo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Goiás em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 114 mil em receitas: R$ 81 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 24 mil de doações privadas (20 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 107 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 48 mil) e pessoal (R$ 29 mil).

Receitas em 2018R$ 114 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 107 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas12018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 114 mil
20 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 71% · partido e outras campanhas 5% · pessoas 21% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 107 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 48 mil44,8%
  • PessoalR$ 29 mil26,9%
  • Publicidade por adesivosR$ 8 mil7,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil6,6%
  • Outras 7 categoriasR$ 15 mil14,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892