Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Sigmaringa (Luis Carlos Sigmaringa Seixas) disputou 6 eleições entre 1986 e 2006, para deputado federal, vice-governador e senador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2002, 1990 e 1986. A maior votação foi em 1994, para senador por DF: 140.781 votos. Na campanha de 2006 para deputado federal por DF, declarou R$ 630 mil em receitas: R$ 66 mil de doações privadas (48 doadores), R$ 553 mil de empresas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 630 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 148 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 85 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 58 mil).
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Evolução da votação nas eleições
41.722 votos em 2006 · 6 eleições
A votação de Luis Carlos Sigmaringa Seixas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. FederalSenadorGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2006: R$ 630 mil em receitas · R$ 630 mil em gastos contratados
Sigmaringa declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Distrito Federal em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 630 mil em receitas: R$ 66 mil de doações privadas (48 doadores), R$ 553 mil de empresas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 630 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 148 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 85 mil).
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 58 mil9,2%
Locação/cessão de bens móveisR$ 50 mil7,9%
Outras 18 categoriasinclui R$ 20 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 288 mil45,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Governador · 1998NÃO ELEITO2º TURNO501.523GDF · 54 anos · Superior completo · Advogado · PT · nº 131 · 1º turno: 426.312 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Coligação: PC do B / PSB / PT
Vice-Governador · 1998NÃO ELEITO2º TURNO501.523GDF · 54 anos · Superior completo · Advogado · PT · nº 131 · 1º turno: 426.312 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Coligação: PC do B / PSB / PT
Senador · 1994NÃO ELEITO140.781GDF · 50 anos · Superior completo · Advogado · PSDB · nº 453 · ver resultado completo
Deputado Federal · 1990ELEITO12.870GDF · 46 anos · PSDB · nº 4555 · ver resultado completo
Deputado Federal · 1986ELEITO11.476GDF · 42 anos · PMDB · nº 1555 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.